Tinhas um nome que ninguém temia: Eras um campo macio de lavrar Ou qualquer sugestão que apetecia... Tinhas um choro de quem sofre tanto Que não pode calar-se, nem gritar, Nem aumentar nem sufocar o pranto... Fomos então a ti cheios de amor! E o fingido lameiro, a soluçar, Afogava o arado e o lavrador! Enganosa sereia rouca e triste! Foste tu quem nos veio namorar, E foste tu depois que nos traíste! E quando terá fim o sofrimento! E quando deixará de nos tentar O teu encantamento! ![]() |
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Melhorar a articulação horizontal e vertical entre os vários ciclos, promovendo o trabalho em equipa, de partilha e de orientação.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2016
Mar - Miguel Torga
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